sexta-feira, 28 de maio de 2010

OFICINA DE COESÃO TEXTUAL

Ufa! Consegui vencer mais uma etapa! Realizei as três oficinas sobre coesão textual, mas como sempre o prazer e a sensação de dever cumprido compensam no final e ao lermos as avaliações dos cursistas.
Esta oficina, para mim foi uma das melhores. Não estava pesada, os textos escolhidos foram maravilhosos e como nossa colega coloca, uma oficina realmente “gostosa”. Até os professores comentaram que esperavam que fosse “chata”, porque trabalhar a coesão, não é muito fácil.
Enfim, ao iniciar as atividades distribui os trechos dos silogismos e pedi para que cada um lesse e tentasse encontrar o colega que estava com a parte que o completaria. Todos leram e aproveitei para perguntar se sabiam o nome que isso recebia e falei da lógica das frases, das premissas maior e menor e também da conclusão. Depois pedi que cada um fechasse o seu papel de forma a construir um elo, ir juntando com os do colega para formar uma corrente, que assim como os elos que formavam a corrente, os laços coesivos davam coesão e tornavam o texto coerente, dando textualidade ao mesmo.
Ainda com os cursista de pé, passei os slides com a mensagem Elos da vida e pedi a um professor que fizesse a leitura. Distribui também a mesma mensagem, individualmente e pedi que fizessem alguns comentários, que por sinal foram riquíssimos.
Fiz a mobilização dos conhecimentos prévios para a leitura do texto de referência e distribui um papel onde os cursistas iriam completar as frases: O que o texto me diz e O que eu tenho a dizer ao texto? Depois dessa leitura todos os grupos apresentaram a atividade relatando as informações explícitas e implícitas do texto. Aproveitei aí para fazer a sistematização e falar da questão das modalidades de coesão, que são a referencial e a sequencial e explicar cada uma. Ao falar da sequencial, também mostrei que no texto literário nem sempre aparecem os elementos coesivos, mas o texto tem sentido, portanto coesão e coerência.
Ilustrei a situação com o texto “O show”, constante no TP e mostrei exemplos de como esse texto tinha sido produzido, a partir de um cartaz, de uma propaganda de um show de Milton Nascimento, tudo isso retirado do livro A coerência textual.
Dando continuidade pedi que analisassem as atividades do AAA 5, aulas 1 e 2, p. 107 a 109, observando o assunto, a turma e também os tópicos e descritores da matriz de referência. Nesse momento os cursistas se empolgaram e começaram a responder a atividade e comentaram que o texto era muito interessante. Então fechei a questão da coesão e da coerência com o texto “O laço e o abraço”.
Depois desse momento distribuí um texto falando sobre os critérios de avaliação do portfólio, coloquei alguns slides com o modelo de arrumação desse instrumento e fui tirando as dúvidas que surgiram sobre a arrumação e as etapas finais da sua construção. Também sinalizei que já havia colocado no nosso e-mail coletivo o material em slide, para que eles pudessem consultá-lo em caso de dúvidas, alertando também a data de entrega e alteração no cronograma.
Por fim distribui a avaliação para que os cursistas pudessem dizer o que acharam da oficina, o que foi válido ou não e muitos acrescentaram o quão importante foi para relembrar o assunto em foco e para a sua prática pedagógica, como registra-se através de algumas falas., que deveriam completar o trecho: A palavra que expressa minha impressão sobre a oficina é......, pois...”Informação, pois aprendi as diferenças sobre coesão e coerência e sua aplicabilidade nos textos”; “Aprendizado, pois hoje acrescentei ao meu “acervo” intelectual informações extras sobre coesão e coerência textual”; “gratificante, pois discutiu a importância de trabalhar textos coerentes com nossos alunos”; “clareza, pois a cada oficina fica mais claro algumas coisas que durante o estudo individual apresentei dificuldade de entendimento e consequentemente a aplicação em sala de aula fica melhor”;”reconhecimento, pois gosto muito dessa discussão sobre coesão e coerência textuais. Na faculdade fizemos muitas leituras que me ajudaram a compreender e a transformar minha prática. A grande contribuição do gestar, no entanto, se dá na metodologia, nas atividades didáticas, nas sequências pedagógicas”.
Esta oficina parecia até, como alguns cursistas colocaram. que era o encerramento, porque os textos trabalhados, apesar de tratarem da coesão e da coerência tinham mensagens de amizade, carinho, a ponto dos professores perguntarem se não teria o Gestar para o Ensino Médio e fazerem uma solicitação para que fosse entregue a coordenação geral do programa, onde todos os presentes assinaram.

OFICINA MERGULHO NO TEXTO

Nas oficinas dos dias 12 e 13 de maio iniciei as atividades lendo o roteiro, apresentando o objetivo e também um trecho bíblico que tinha relação com a questão da correção textual quando dizia que: “Aquele que quer aprender gosta que lhe digam quando está errado; só o tolo não gosta de ser corrigido”. (Provérbios, 12-1)
Dando continuidade exibi o vídeo “Capturar o vento”. Na primeira vez fiz algumas perguntas relacionadas as informações explícitas. Repeti o vídeo e perguntei sobre as informações implícitas e na terceira vez, onde todos puderam observar mais atentamente, já aconteceu a extrapolação do texto, onde aproveitei para dizer que alguns autores dizem que o texto só é dele enquanto não começa a circular. A partir do momento que os leitores entram em ação o texto também já pertence a eles.
Logo depois foram feitas algumas perguntas sobre o tipo de leitura que os alunos gostavam de fazer, se eles liam e porque liam pouco, para fazer a mobilização dos conhecimentos prévios e posterior leitura do texto de referência.
A divisão de grupos foi feita a partir de encartes de folhetos com propagandas de livros paradidáticos, de onde foram recortados também a sinopse e pedido aos cursistas que construíssem uma sinopse a partir dos títulos que tinham recebido. Essa atividade foi excelente e os cursistas comentaram que utilizariam em suas aulas.
A seguir, os cursistas fizeram o confronto das suas sinopses coma as do livro e algumas até coincidiram, como se eles já conhecessem o material. Socializamos também a leitura e conclusões sobre o texto de referencia, onde aproveitei para sistematizar e mostrar um quadro retirado do livro de Irandé Antunes, Aula de Português, onde a autora fala sobre a importância do planejamento, da escrita e da reescrita.
Apresentei também a revista Nova Escola, edição especial sobre a tarefa de ler em todas as disciplinas e pedi aos professores para analisarem atividades do AAA 4, observando o conteúdo, os objetivos e os descritores da matriz de referência.
Como sempre, os cursistas avaliaram a oficina falando das contribuições que a mesma tinha dado para a sua prática pedagógica respondendo ao questionamento: Durante a oficina mergulho no texto “Vi... textos interessantes, vídeos pertinentes a oficina e como são importantes as oficinas para que consigamos adequar o ensino à realidade. Percebi... que a leitura é fundamental, mas que nosso aluno precisa ser incentivado a ler. E que só podemos cobrar o que damos. Portanto devemos ter paixão pela leitura e fazer esse aluno entender que é fundamental ler e entender o que se lê. Conclui... que a leitura perpassa por todo processo de aprendizagem”...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

OFICINA de tipologia textual

“O Senhor é meu pastor e nada me faltará”. Só com a presença de Deus mesmo para aguentar tantas oficinas em um mesmo mês. Três turmas em dois lugares, então nove oficinas. Venci e aqui estou a relatar.
Iniciei as oficinas distribuindo o material com os elementos da natureza e com uma bala colada. Pedi a alguns cursistas que lessem e fizessem alguns comentários e aproveitei para perguntar se acreditavam em horóscopo. A maioria disse que não, mas que lia de vez em quando. Pedi que observassem a sala que estava arrumada com todos os signos do zodíaco e a seguir passei uns slides de sensibilização com os respectivos signos, fazendo uma analogia que os signos estavam presentes em nossa vida, assim como os tipos e gêneros textuais.
Logo depois distribui um cartãozinho e pedi que fizessem previsões para a oficina do dia. Foi muito engraçado e ao mesmo tempo descobrimos que algumas pessoas até conheciam maneiras de fazer previsões de verdade.
A partir daí aproveitei para perguntar se eles observaram o tempo verbal predominante e também e qual era o gênero e tipo textual. Então diferenciei tipos de gêneros e sugeri leituras como Gêneros textuais e ensino, de Angela Paiva Dionisio; Produção textual análise de gêneros e compreensão, de Luiz Antonio Marcuschi; Dicionário de gêneros textuais, de Sérgio Roberto Costa; Para entender o texto e Lições de texto: leitura e redação, de Platão e Fiorim, passando os respectivos livros para que os cursistas tivessem contato com os mesmos.
A seguir fiz algumas perguntas relacionadas aos tipos textuais, fazendo o levantamento dos conhecimentos prévios para a posterior leitura do texto de referência, que foi comentado pelos cursistas. Depois dessa discussão foi entregue um texto de Jô Soares com o título “Composição: o salário mínimo. Foi realizada uma leitura compartilhada e depois nos grupos feita uma discussão onde um deles deveria encontrar argumentos que comprovassem que o texto se tratava de uma atividade escolar, o outro que não era um exercício escolar e os outros dois deveriam criar uma atividade didática indicando a série, objetivo e encontrar os tópicos e descritores da matriz de referencia de Língua Portuguesa.
A atividade ficou interessantíssima, até porque não pedi que abrissem o TP e lessem o texto, pois ele estava lá, mas entreguei uma xerox e pude perceber a falta de leitura por parte de alguns cursistas. Ainda em grupo foi feita a análise de uma atividade do AAA 3 do professor e encontrada também tópicos e descritores.
Para sistematizar o assunto passei em slides um quadro com as sequências tipológicas e também distribuí o mesmo quadro para os cursistas, que ainda fizeram algumas perguntas sobre os tipos, mas acredito que tenha respondido e conseguido tirar as dúvidas.
Ao final da última oficina já estava exausta, mas ao mesmo tempo agradecida por ter conseguido dar conta de tantas atividades e pude perceber através das avaliações, que fiz bem o meu trabalho, pois os cursistas colocaram que: “A oficina contribuiu para repensarmos o trabalho com tipologia textual no sentido de ampliá-lo, pois tradicionalmente apensa os tipos descritivo, narrativo e argumentativo têm sido priorizado na escola”; “Aconteceu na quarta-feira do dia 28-04-10 a oficina do Gestar. Como não poderia deixar de ser construímos conhecimentos e nos divertimos também. Em diversos momentos discutimos os gêneros textuais e a tipologia dos mesmos. No próximo encontro estaremos aqui, engajados numa mesma causa: a construção do conhecimento”; “A oficina deixou bem claro as seqüências tipológicas: descritiva, narrativa, expositiva, argumentativa, injuntiva e preditiva, bem como a diferença entre gênero e tipo. A formadora demonstra bastante embasamento em coordenar a oficina. A turma mostrou-se bastante participativa”.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

OFICINA de arte

Para arrumar a sala dessa vez coloquei várias réplicas de obras de artes famosas de autores como Portinari e Leonardo Da Vinci e também alguns objetos para perguntar aos cursistas o que era não arte para eles.
Será arte? O que é arte? A partir dessas perguntas bastante instigantes comecei a oficina. Primeiro colocando um slide onde mostrava a natureza e nela algumas pedras que através da computação gráfica tomavam formas de animais, pessoas e até de mãos que rezavam, bem como uma música com fundo religioso. A partir daí pedi para que falassem sobre o que era arte para eles e que observassem a sala e os objetos nelas dispostos para uma discussão posterior.
Logo depois foi feita a divisão de grupos com réplicas de “objetos de arte”, como capa de romances, de filmes, figuras de obras de Oscar Niemaieir, pinturas e trechos de músicas. Nesse momento começamos a discussão sobre o conceito de arte e alguns não concordaram com o mesmo e até o confundiam com artesanato. Discutimos bastante, alguns colegas colocaram suas opiniões e tentei tirar suas dúvidas, falando sobre o conceito de arte e o que era ou não considerado arte e lembrando sempre da arte literária e das figuras de linguagem nela contidas.
Em seguida coloquei alguns slides para sistematizar o assunto e socializei o livro que tinha estudado: Didática do ensino da arte a língua do mundo: Poetizar, fruir e conhecer a arte, das autoras Mirian Celeste Martins, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra.
A seguir foi realizado o trabalho em grupo com a resolução de alguns exercícios e também a análise do AAA 2 versão do professor e sugestões de atividades, adequando-as a série e depois observando quais tópicos e descritores foram contemplados na atividade.
Os cursistas fizeram propostas de atividades muito boas, alguns até sugeriram filmes para trabalhar sobre o tema. E então avaliaram a oficina escrevendo que: “A arte é mesmo uma possibilidade de criação e de atração. Observei que o contato entre os parceiros e a formadora foi muito bom, além de o conteúdo ter sido aprazível e dinâmico. Foi muito importante e instigadora esta oficina”; “O conteúdo da oficina de hoje foi bastante peculiar para todos nós professores. Acredito que o grupo se envolveu nas atividades, houve troca de informações que chegaram ao ponto de acrescentar muito para a nossa prática docente. As estratégias da formadora foram bastante interessantes”; “Foi muito interessante e o que mais me chamou a atenção foi a troca de ideias entre os cursistas”; “Relembrei e pude conhecer também novas formas de se trabalhar a arte como um todo, reforçando nossa prática pedagógica, enriquecendo nossas aulas pude interagir e trocar experiências”; “Como sempre os encontros são relevantes. Cursista/formadora, atividades envolventes, estimulantes e inovadoras para serem aplicadas na sala de aula.

terça-feira, 27 de abril de 2010

OFICINA de intertextualidade

Ai meu Deus. Assumi mais duas turmas! Então nos dias 7 e 8 de abril realizei oficinas em Serrinha com uma turma e em Coité com duas, porque a outra formadora saiu de licença maternidade.
Por sorte não tive dificuldades, porque já conhecia todos os cursistas, enquanto coordenadora local e nossos laços já haviam se estreitado. Então desenvolvi minhas oficinas, como de costume arrumando a sala, só que dessa vez coloquei vários textos que continham intertextualidade na arte, na literatura, na música, em propagandas e em filmes.
Para sensibilização utilizei o slide com o trecho bíblico “Feliz a nação, cujo Deus é o senhor, e o povo que Ele escolheu para sua herança”. (Salmo 32), aproveitando para fazer um paralelo entre a questão da hereditariedade e a intertextualidade.
Os cursistas se deliciaram com as gravuras e fizemos questão de passear por todas elas, falando também das várias formas de intertextualidade, como paródia, alusão, referência, citação e paráfrase, as quais foram aproveitadas para a divisão dos grupos.
Neste momento senti que muitas pessoas misturavam alusão com referência e utilizando-me do estudo com o livro de Graça Paulino, Intertextualidades teoria e prática procurei exemplificar e mostrar a diferença entre ambas. Percebi também que muitos tinham dúvida sobre pastiche e também exemplifiquei.
Foi feita a leitura do texto de referência e também a produção textual a partir do texto O patinho realmente feio, constante no TP, onde cada grupo produziria outro texto a partir daquele com o tipo de intertextualidade que tinha recebido.
As produções ficaram excelentes e algumas engraçadas, servindo também para tirar dúvidas sobre o tema, que foi sistematizado através de slides. Sugeri além do livro supracitado, outros como Intertextualidade diálogos possíveis, Ler e compreender o sentido dos textos e O texto e a construção de sentidos, de Koch.
Essa oficina foi realmente deliciosa, pois trabalhar o diálogo presente nos textos é muito bom e também por isso as avaliações não poderiam ser diferentes: Quanto eu cheguei “me deparei com um ambiente muito agradável nos chamando a atenção para ilustrações parodianas. As estratégias utilizadas serviram para ajudar-nos a compreender melhor o assunto da oficina, no que se referia a intertextualidade. A socialização dos trabalhos também foi muito importante para a compreensão dos conteúdos trabalhados na referida oficina”; “observei o ambiente da oficina decorado de acordo com o tema. Apesar de ser complexo trabalhar a intertextualidade, as discussões e as dinâmicas durante a oficina foram claras para se perceber o diálogo entre os textos; “Tinha uma visão da intertextualidade um tanto restrita, mas a partir da oficina de hoje pude perceber diferenças básicas entre os tipos de intertextualidades existentes. As estratégias utilizadas pela formadora foram muito interessantes e surtiram o efeito esperado”; “Percebi que a aula prometia. Os textos expostos na parede, com o fim de trabalhar a intertextualidade foram muito bem selecionados. A leitura e discussão do texto de referência foram produtivas. As produções textuais feitas pela turma permitiram esclarecer os tipos de intertextualidade. Enfim, quando cheguei, gostei do que vi”.

segunda-feira, 15 de março de 2010

OFICINA IDENTIDADE PESSOAL E PROFISSIONAL E DEVOLUTIVA DE PROJETOS

OFICINA IDENTIDADE PESSOAL E PROFISSIONAL E DEVOLUTIVA DE PROJETOS

As oficinas do Gestar II 2010 iniciaram no dia 08 de março. Já a minha, de Língua Portuguesa, realizou-se no dia 11, pela manhã, na Escola Antônio Bahia, em Conceição do Coité, onde recepcionei os cursistas com um abraço e dizendo a eles como era bom tê-los de volta. Alguns disseram que a recíproca era verdadeira e assim comecei a oficina com uma mensagem homenageando as mulheres por seu dia 08-03.
Logo depois foi entregue a mensagem “Avance sempre” e pedido que fizessem comentários a respeito da mesma, bem como a música “A luz que acende o olhar” de Débora Blando. Após os comentários apresentou-se o roteiro da oficina e também o objetivo.
Em seguida foi feita a explicação da dinâmica do auto-retrato e pedido aos cursistas que desenhassem de um lado do papel como eles se viam no campo pessoal e do outro no profissional. Alguns tiveram dificuldade por não saberem desenhar. Então sugeri que desenhassem um símbolo que os representasse nos dois campos.
Todos mostraram seus desenhos e algumas pessoas comentaram o porquê de terem escolhido o desenho ou símbolo e outros ainda fizeram o mesmo desenho dos dois lados, justificando a interdependência do eu pessoal e profissional.
As discussões a respeito do tema foram muito ricas e em alguns casos serviram até de desabafo ou até antecipando a atividade seguinte que foi para ler um texto que falava sobre identidade. Depois da leitura, em grupo, os cursistas construíram um acróstico com a palavra identidade. Todos os grupos apresentaram o seu trabalho e foi fixado na parede. Os trabalhos foram riquíssimos e então resolvi aproveitá-los para colocar no Blog e também em anexo nesse relato.
Depois da socialização das atividades entregou-se os projetos com as devidas observações e aproveitou-se para tirar dúvidas sobre os mesmos e também o cronograma de oficinas para 2010.
Dando continuidade foi entregue o material para que os cursistas avaliassem a oficina e alguns comentaram: “Foi uma oficina muito produtiva, na qual fiz uma reflexão sobre os problemas que norteiam o processo de ensino/ aprendizagem”; “a oficina ocorreu de forma dinâmica, provocativa e com gosto de quero mais”; “Muito produtiva. Momento de refletir sobre nossa vida pessoal e profissional”; Adorei a primeira oficina de 2010. Dinamicidade e simpatia da formadora tornaram a manhã atrativa e interessante. Parabéns!”

ACRÓSTICOS PRODUZIDOS PELOS CURSISTAS

I D EIA
VER D ADE
REFL E XÃO
CO N HECIMENTO
A T ITUDE
CUMPL I CIDADE
VI D A
INTER A ÇÃO
D ESCOBERTA
E U

Indo para longe, buscando...
Demonstro quem sou
Eu? melhor nós...
Não pensemos sozinhos
Trabalhemos em grupo, unidos
Identificando em nós
Dúvidas, incertezas, conquistas...
Assim, seremos maiores
Dando um passo à frente
Encontraremos o Eu em Nós!




Interior
De cada um? Ou diversos
Eus de
Nós mesmos?
Todas as formas ou fórmulas de
Idas e vindas
Das nossas imagens
Associadas às visões e sentimentos, as
Diversidades da
Existência !!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

OFICINA DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA

Na segunda semana do mês de dezembro, nos dias 14 a 18, realizaram-se as Oficinas de Avaliação do Programa nos dois pólos, Conceição do Coité e Serrinha. Como coordenadora participei de todas elas e como formadora realizei a do dia 18-12 com a minha turma. Em todas elas os cursistas mostraram-se satisfeitíssimos com o programa e a todo o momento elogiavam não só o Gestar, mas também as formadoras do programa pela competência, compromisso e dedicação.
Para iniciar a oficina da sexta-feira, 18-12, foi feita a leitura do roteiro e passado um slide com a mensagem que a coordenadora pedagógica do programa enviou para todos os formadores, onde agradecia e também parabenizava pelas apresentações realizadas em Salvador. O intuito de divulgar o agradecimento da coordenação foi mostrar que nós também estamos sendo avaliados. Na sequência foi apresentada em slide a frase “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele fará.” (Salmo 37:5), para que pudéssemos refletir juntos sobre a nossa caminhada em 2009.
Na sensibilização foi realizada a dinâmica do quebra-cabeças, onde distribuiu-se três gravuras previamente recortadas para que fossem montadas em equipe. Assim que os cursistas conseguiram montar as gravuras discutimos sobre a trilogia que continha nas figuras: aluno, escola e professor e aproveitamos para questionar: “Como a avaliação pode ser representada?; O que deve ser considerado no processo avaliativo; Para quem está voltado o nosso olhar no processo avaliativo e como tratamos os resultados obtidos?”
Alguns cursistas falaram um pouco de como se sentem ao avaliar e quando observam os resultados encontrados e aproveitando o momento de reflexão, colocamos uma caixa com um espelho dentro com a frase “Você gostaria de ser aluno desse professor?” Convidamos cada cursista para, individualmente, se dirigir ao local onde estava a caixa e que olhasse e saísse sem fazer qualquer comentário. Foi uma dinâmica muito rica e suscitou discussões interessantes a ponto de alguns professores colocarem que na maioria das vezes gostariam de ser seus alunos, mas em alguns momentos, não.
Aproveitando o momento de auto-avaliação foram distribuídos questionários onde o cursista colocaria a sua trajetória no programa Gestar, bem como alguns cursistas se colocaram sobre a importância do Gestar em suas vidas, principalmente na sala de aula e que o mesmo tinha aumentado a auto-estima não só deles, mas também dos alunos, melhorando a qualidade das aulas ministradas.
Foi distribuído também um formulário para que os cursistas avaliassem o programa como um todo: material, formador, cronograma das oficinas, espaço físico, etc.
Para encerrar a oficina distribuímos bexigas coloridas e pedimos aos cursistas que as enchessem, entregando também algumas orientações que os grupos deveriam ler e à medida que fossem solicitados socializar com os demais colegas de outros grupos. Esse momento foi muito bom, pois a descontração foi total e alegria também, com todos os cursistas participando ativamente da atividade e pedindo para que socializássemos a dinâmica para utilizarem em outros momentos. Seguimos os passos sugeridos na dinâmica e encerramos com a música “É ouro pra mim” de Renata Arruda, com um abraço coletivo e o estouro das bolas.
Encerramos a oficina colocando um slide com a mensagem “Feliz Natal Para Todos e Todas!!! A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossas caminhadas pela vida.” Realizamos um amigo secreto roubado e saímos para a confraternização e almoçarmos todos juntos.
Neste ano as oficinas foram muito corridas, quase não tínhamos tempo para estudar, mas realmente saí dessa etapa satisfeita e espero em Deus que em 2010 tenhamos mais tempo para estudar, pois apesar do material dos TPs serem excelentes sentimos a necessidade de nos aperfeiçoar através de outras leituras sugeridas não só nas referências dos módulos, mas que nos embasarão para trabalhos posteriores.