Para arrumar a sala dessa vez coloquei várias réplicas de obras de artes famosas de autores como Portinari e Leonardo Da Vinci e também alguns objetos para perguntar aos cursistas o que era não arte para eles.
Será arte? O que é arte? A partir dessas perguntas bastante instigantes comecei a oficina. Primeiro colocando um slide onde mostrava a natureza e nela algumas pedras que através da computação gráfica tomavam formas de animais, pessoas e até de mãos que rezavam, bem como uma música com fundo religioso. A partir daí pedi para que falassem sobre o que era arte para eles e que observassem a sala e os objetos nelas dispostos para uma discussão posterior.
Logo depois foi feita a divisão de grupos com réplicas de “objetos de arte”, como capa de romances, de filmes, figuras de obras de Oscar Niemaieir, pinturas e trechos de músicas. Nesse momento começamos a discussão sobre o conceito de arte e alguns não concordaram com o mesmo e até o confundiam com artesanato. Discutimos bastante, alguns colegas colocaram suas opiniões e tentei tirar suas dúvidas, falando sobre o conceito de arte e o que era ou não considerado arte e lembrando sempre da arte literária e das figuras de linguagem nela contidas.
Em seguida coloquei alguns slides para sistematizar o assunto e socializei o livro que tinha estudado: Didática do ensino da arte a língua do mundo: Poetizar, fruir e conhecer a arte, das autoras Mirian Celeste Martins, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra.
A seguir foi realizado o trabalho em grupo com a resolução de alguns exercícios e também a análise do AAA 2 versão do professor e sugestões de atividades, adequando-as a série e depois observando quais tópicos e descritores foram contemplados na atividade.
Os cursistas fizeram propostas de atividades muito boas, alguns até sugeriram filmes para trabalhar sobre o tema. E então avaliaram a oficina escrevendo que: “A arte é mesmo uma possibilidade de criação e de atração. Observei que o contato entre os parceiros e a formadora foi muito bom, além de o conteúdo ter sido aprazível e dinâmico. Foi muito importante e instigadora esta oficina”; “O conteúdo da oficina de hoje foi bastante peculiar para todos nós professores. Acredito que o grupo se envolveu nas atividades, houve troca de informações que chegaram ao ponto de acrescentar muito para a nossa prática docente. As estratégias da formadora foram bastante interessantes”; “Foi muito interessante e o que mais me chamou a atenção foi a troca de ideias entre os cursistas”; “Relembrei e pude conhecer também novas formas de se trabalhar a arte como um todo, reforçando nossa prática pedagógica, enriquecendo nossas aulas pude interagir e trocar experiências”; “Como sempre os encontros são relevantes. Cursista/formadora, atividades envolventes, estimulantes e inovadoras para serem aplicadas na sala de aula.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
OFICINA de intertextualidade
Ai meu Deus. Assumi mais duas turmas! Então nos dias 7 e 8 de abril realizei oficinas em Serrinha com uma turma e em Coité com duas, porque a outra formadora saiu de licença maternidade.
Por sorte não tive dificuldades, porque já conhecia todos os cursistas, enquanto coordenadora local e nossos laços já haviam se estreitado. Então desenvolvi minhas oficinas, como de costume arrumando a sala, só que dessa vez coloquei vários textos que continham intertextualidade na arte, na literatura, na música, em propagandas e em filmes.
Para sensibilização utilizei o slide com o trecho bíblico “Feliz a nação, cujo Deus é o senhor, e o povo que Ele escolheu para sua herança”. (Salmo 32), aproveitando para fazer um paralelo entre a questão da hereditariedade e a intertextualidade.
Os cursistas se deliciaram com as gravuras e fizemos questão de passear por todas elas, falando também das várias formas de intertextualidade, como paródia, alusão, referência, citação e paráfrase, as quais foram aproveitadas para a divisão dos grupos.
Neste momento senti que muitas pessoas misturavam alusão com referência e utilizando-me do estudo com o livro de Graça Paulino, Intertextualidades teoria e prática procurei exemplificar e mostrar a diferença entre ambas. Percebi também que muitos tinham dúvida sobre pastiche e também exemplifiquei.
Foi feita a leitura do texto de referência e também a produção textual a partir do texto O patinho realmente feio, constante no TP, onde cada grupo produziria outro texto a partir daquele com o tipo de intertextualidade que tinha recebido.
As produções ficaram excelentes e algumas engraçadas, servindo também para tirar dúvidas sobre o tema, que foi sistematizado através de slides. Sugeri além do livro supracitado, outros como Intertextualidade diálogos possíveis, Ler e compreender o sentido dos textos e O texto e a construção de sentidos, de Koch.
Essa oficina foi realmente deliciosa, pois trabalhar o diálogo presente nos textos é muito bom e também por isso as avaliações não poderiam ser diferentes: Quanto eu cheguei “me deparei com um ambiente muito agradável nos chamando a atenção para ilustrações parodianas. As estratégias utilizadas serviram para ajudar-nos a compreender melhor o assunto da oficina, no que se referia a intertextualidade. A socialização dos trabalhos também foi muito importante para a compreensão dos conteúdos trabalhados na referida oficina”; “observei o ambiente da oficina decorado de acordo com o tema. Apesar de ser complexo trabalhar a intertextualidade, as discussões e as dinâmicas durante a oficina foram claras para se perceber o diálogo entre os textos; “Tinha uma visão da intertextualidade um tanto restrita, mas a partir da oficina de hoje pude perceber diferenças básicas entre os tipos de intertextualidades existentes. As estratégias utilizadas pela formadora foram muito interessantes e surtiram o efeito esperado”; “Percebi que a aula prometia. Os textos expostos na parede, com o fim de trabalhar a intertextualidade foram muito bem selecionados. A leitura e discussão do texto de referência foram produtivas. As produções textuais feitas pela turma permitiram esclarecer os tipos de intertextualidade. Enfim, quando cheguei, gostei do que vi”.
Por sorte não tive dificuldades, porque já conhecia todos os cursistas, enquanto coordenadora local e nossos laços já haviam se estreitado. Então desenvolvi minhas oficinas, como de costume arrumando a sala, só que dessa vez coloquei vários textos que continham intertextualidade na arte, na literatura, na música, em propagandas e em filmes.
Para sensibilização utilizei o slide com o trecho bíblico “Feliz a nação, cujo Deus é o senhor, e o povo que Ele escolheu para sua herança”. (Salmo 32), aproveitando para fazer um paralelo entre a questão da hereditariedade e a intertextualidade.
Os cursistas se deliciaram com as gravuras e fizemos questão de passear por todas elas, falando também das várias formas de intertextualidade, como paródia, alusão, referência, citação e paráfrase, as quais foram aproveitadas para a divisão dos grupos.
Neste momento senti que muitas pessoas misturavam alusão com referência e utilizando-me do estudo com o livro de Graça Paulino, Intertextualidades teoria e prática procurei exemplificar e mostrar a diferença entre ambas. Percebi também que muitos tinham dúvida sobre pastiche e também exemplifiquei.
Foi feita a leitura do texto de referência e também a produção textual a partir do texto O patinho realmente feio, constante no TP, onde cada grupo produziria outro texto a partir daquele com o tipo de intertextualidade que tinha recebido.
As produções ficaram excelentes e algumas engraçadas, servindo também para tirar dúvidas sobre o tema, que foi sistematizado através de slides. Sugeri além do livro supracitado, outros como Intertextualidade diálogos possíveis, Ler e compreender o sentido dos textos e O texto e a construção de sentidos, de Koch.
Essa oficina foi realmente deliciosa, pois trabalhar o diálogo presente nos textos é muito bom e também por isso as avaliações não poderiam ser diferentes: Quanto eu cheguei “me deparei com um ambiente muito agradável nos chamando a atenção para ilustrações parodianas. As estratégias utilizadas serviram para ajudar-nos a compreender melhor o assunto da oficina, no que se referia a intertextualidade. A socialização dos trabalhos também foi muito importante para a compreensão dos conteúdos trabalhados na referida oficina”; “observei o ambiente da oficina decorado de acordo com o tema. Apesar de ser complexo trabalhar a intertextualidade, as discussões e as dinâmicas durante a oficina foram claras para se perceber o diálogo entre os textos; “Tinha uma visão da intertextualidade um tanto restrita, mas a partir da oficina de hoje pude perceber diferenças básicas entre os tipos de intertextualidades existentes. As estratégias utilizadas pela formadora foram muito interessantes e surtiram o efeito esperado”; “Percebi que a aula prometia. Os textos expostos na parede, com o fim de trabalhar a intertextualidade foram muito bem selecionados. A leitura e discussão do texto de referência foram produtivas. As produções textuais feitas pela turma permitiram esclarecer os tipos de intertextualidade. Enfim, quando cheguei, gostei do que vi”.
segunda-feira, 15 de março de 2010
OFICINA IDENTIDADE PESSOAL E PROFISSIONAL E DEVOLUTIVA DE PROJETOS
OFICINA IDENTIDADE PESSOAL E PROFISSIONAL E DEVOLUTIVA DE PROJETOS
As oficinas do Gestar II 2010 iniciaram no dia 08 de março. Já a minha, de Língua Portuguesa, realizou-se no dia 11, pela manhã, na Escola Antônio Bahia, em Conceição do Coité, onde recepcionei os cursistas com um abraço e dizendo a eles como era bom tê-los de volta. Alguns disseram que a recíproca era verdadeira e assim comecei a oficina com uma mensagem homenageando as mulheres por seu dia 08-03.
Logo depois foi entregue a mensagem “Avance sempre” e pedido que fizessem comentários a respeito da mesma, bem como a música “A luz que acende o olhar” de Débora Blando. Após os comentários apresentou-se o roteiro da oficina e também o objetivo.
Em seguida foi feita a explicação da dinâmica do auto-retrato e pedido aos cursistas que desenhassem de um lado do papel como eles se viam no campo pessoal e do outro no profissional. Alguns tiveram dificuldade por não saberem desenhar. Então sugeri que desenhassem um símbolo que os representasse nos dois campos.
Todos mostraram seus desenhos e algumas pessoas comentaram o porquê de terem escolhido o desenho ou símbolo e outros ainda fizeram o mesmo desenho dos dois lados, justificando a interdependência do eu pessoal e profissional.
As discussões a respeito do tema foram muito ricas e em alguns casos serviram até de desabafo ou até antecipando a atividade seguinte que foi para ler um texto que falava sobre identidade. Depois da leitura, em grupo, os cursistas construíram um acróstico com a palavra identidade. Todos os grupos apresentaram o seu trabalho e foi fixado na parede. Os trabalhos foram riquíssimos e então resolvi aproveitá-los para colocar no Blog e também em anexo nesse relato.
Depois da socialização das atividades entregou-se os projetos com as devidas observações e aproveitou-se para tirar dúvidas sobre os mesmos e também o cronograma de oficinas para 2010.
Dando continuidade foi entregue o material para que os cursistas avaliassem a oficina e alguns comentaram: “Foi uma oficina muito produtiva, na qual fiz uma reflexão sobre os problemas que norteiam o processo de ensino/ aprendizagem”; “a oficina ocorreu de forma dinâmica, provocativa e com gosto de quero mais”; “Muito produtiva. Momento de refletir sobre nossa vida pessoal e profissional”; Adorei a primeira oficina de 2010. Dinamicidade e simpatia da formadora tornaram a manhã atrativa e interessante. Parabéns!”
ACRÓSTICOS PRODUZIDOS PELOS CURSISTAS
I D EIA
VER D ADE
REFL E XÃO
CO N HECIMENTO
A T ITUDE
CUMPL I CIDADE
VI D A
INTER A ÇÃO
D ESCOBERTA
E U
Indo para longe, buscando...
Demonstro quem sou
Eu? melhor nós...
Não pensemos sozinhos
Trabalhemos em grupo, unidos
Identificando em nós
Dúvidas, incertezas, conquistas...
Assim, seremos maiores
Dando um passo à frente
Encontraremos o Eu em Nós!
Interior
De cada um? Ou diversos
Eus de
Nós mesmos?
Todas as formas ou fórmulas de
Idas e vindas
Das nossas imagens
Associadas às visões e sentimentos, as
Diversidades da
Existência !!
As oficinas do Gestar II 2010 iniciaram no dia 08 de março. Já a minha, de Língua Portuguesa, realizou-se no dia 11, pela manhã, na Escola Antônio Bahia, em Conceição do Coité, onde recepcionei os cursistas com um abraço e dizendo a eles como era bom tê-los de volta. Alguns disseram que a recíproca era verdadeira e assim comecei a oficina com uma mensagem homenageando as mulheres por seu dia 08-03.
Logo depois foi entregue a mensagem “Avance sempre” e pedido que fizessem comentários a respeito da mesma, bem como a música “A luz que acende o olhar” de Débora Blando. Após os comentários apresentou-se o roteiro da oficina e também o objetivo.
Em seguida foi feita a explicação da dinâmica do auto-retrato e pedido aos cursistas que desenhassem de um lado do papel como eles se viam no campo pessoal e do outro no profissional. Alguns tiveram dificuldade por não saberem desenhar. Então sugeri que desenhassem um símbolo que os representasse nos dois campos.
Todos mostraram seus desenhos e algumas pessoas comentaram o porquê de terem escolhido o desenho ou símbolo e outros ainda fizeram o mesmo desenho dos dois lados, justificando a interdependência do eu pessoal e profissional.
As discussões a respeito do tema foram muito ricas e em alguns casos serviram até de desabafo ou até antecipando a atividade seguinte que foi para ler um texto que falava sobre identidade. Depois da leitura, em grupo, os cursistas construíram um acróstico com a palavra identidade. Todos os grupos apresentaram o seu trabalho e foi fixado na parede. Os trabalhos foram riquíssimos e então resolvi aproveitá-los para colocar no Blog e também em anexo nesse relato.
Depois da socialização das atividades entregou-se os projetos com as devidas observações e aproveitou-se para tirar dúvidas sobre os mesmos e também o cronograma de oficinas para 2010.
Dando continuidade foi entregue o material para que os cursistas avaliassem a oficina e alguns comentaram: “Foi uma oficina muito produtiva, na qual fiz uma reflexão sobre os problemas que norteiam o processo de ensino/ aprendizagem”; “a oficina ocorreu de forma dinâmica, provocativa e com gosto de quero mais”; “Muito produtiva. Momento de refletir sobre nossa vida pessoal e profissional”; Adorei a primeira oficina de 2010. Dinamicidade e simpatia da formadora tornaram a manhã atrativa e interessante. Parabéns!”
ACRÓSTICOS PRODUZIDOS PELOS CURSISTAS
I D EIA
VER D ADE
REFL E XÃO
CO N HECIMENTO
A T ITUDE
CUMPL I CIDADE
VI D A
INTER A ÇÃO
D ESCOBERTA
E U
Indo para longe, buscando...
Demonstro quem sou
Eu? melhor nós...
Não pensemos sozinhos
Trabalhemos em grupo, unidos
Identificando em nós
Dúvidas, incertezas, conquistas...
Assim, seremos maiores
Dando um passo à frente
Encontraremos o Eu em Nós!
Interior
De cada um? Ou diversos
Eus de
Nós mesmos?
Todas as formas ou fórmulas de
Idas e vindas
Das nossas imagens
Associadas às visões e sentimentos, as
Diversidades da
Existência !!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
OFICINA DE AVALIAÇÃO DO PROGRAMA
Na segunda semana do mês de dezembro, nos dias 14 a 18, realizaram-se as Oficinas de Avaliação do Programa nos dois pólos, Conceição do Coité e Serrinha. Como coordenadora participei de todas elas e como formadora realizei a do dia 18-12 com a minha turma. Em todas elas os cursistas mostraram-se satisfeitíssimos com o programa e a todo o momento elogiavam não só o Gestar, mas também as formadoras do programa pela competência, compromisso e dedicação.
Para iniciar a oficina da sexta-feira, 18-12, foi feita a leitura do roteiro e passado um slide com a mensagem que a coordenadora pedagógica do programa enviou para todos os formadores, onde agradecia e também parabenizava pelas apresentações realizadas em Salvador. O intuito de divulgar o agradecimento da coordenação foi mostrar que nós também estamos sendo avaliados. Na sequência foi apresentada em slide a frase “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele fará.” (Salmo 37:5), para que pudéssemos refletir juntos sobre a nossa caminhada em 2009.
Na sensibilização foi realizada a dinâmica do quebra-cabeças, onde distribuiu-se três gravuras previamente recortadas para que fossem montadas em equipe. Assim que os cursistas conseguiram montar as gravuras discutimos sobre a trilogia que continha nas figuras: aluno, escola e professor e aproveitamos para questionar: “Como a avaliação pode ser representada?; O que deve ser considerado no processo avaliativo; Para quem está voltado o nosso olhar no processo avaliativo e como tratamos os resultados obtidos?”
Alguns cursistas falaram um pouco de como se sentem ao avaliar e quando observam os resultados encontrados e aproveitando o momento de reflexão, colocamos uma caixa com um espelho dentro com a frase “Você gostaria de ser aluno desse professor?” Convidamos cada cursista para, individualmente, se dirigir ao local onde estava a caixa e que olhasse e saísse sem fazer qualquer comentário. Foi uma dinâmica muito rica e suscitou discussões interessantes a ponto de alguns professores colocarem que na maioria das vezes gostariam de ser seus alunos, mas em alguns momentos, não.
Aproveitando o momento de auto-avaliação foram distribuídos questionários onde o cursista colocaria a sua trajetória no programa Gestar, bem como alguns cursistas se colocaram sobre a importância do Gestar em suas vidas, principalmente na sala de aula e que o mesmo tinha aumentado a auto-estima não só deles, mas também dos alunos, melhorando a qualidade das aulas ministradas.
Foi distribuído também um formulário para que os cursistas avaliassem o programa como um todo: material, formador, cronograma das oficinas, espaço físico, etc.
Para encerrar a oficina distribuímos bexigas coloridas e pedimos aos cursistas que as enchessem, entregando também algumas orientações que os grupos deveriam ler e à medida que fossem solicitados socializar com os demais colegas de outros grupos. Esse momento foi muito bom, pois a descontração foi total e alegria também, com todos os cursistas participando ativamente da atividade e pedindo para que socializássemos a dinâmica para utilizarem em outros momentos. Seguimos os passos sugeridos na dinâmica e encerramos com a música “É ouro pra mim” de Renata Arruda, com um abraço coletivo e o estouro das bolas.
Encerramos a oficina colocando um slide com a mensagem “Feliz Natal Para Todos e Todas!!! A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossas caminhadas pela vida.” Realizamos um amigo secreto roubado e saímos para a confraternização e almoçarmos todos juntos.
Neste ano as oficinas foram muito corridas, quase não tínhamos tempo para estudar, mas realmente saí dessa etapa satisfeita e espero em Deus que em 2010 tenhamos mais tempo para estudar, pois apesar do material dos TPs serem excelentes sentimos a necessidade de nos aperfeiçoar através de outras leituras sugeridas não só nas referências dos módulos, mas que nos embasarão para trabalhos posteriores.
Para iniciar a oficina da sexta-feira, 18-12, foi feita a leitura do roteiro e passado um slide com a mensagem que a coordenadora pedagógica do programa enviou para todos os formadores, onde agradecia e também parabenizava pelas apresentações realizadas em Salvador. O intuito de divulgar o agradecimento da coordenação foi mostrar que nós também estamos sendo avaliados. Na sequência foi apresentada em slide a frase “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele fará.” (Salmo 37:5), para que pudéssemos refletir juntos sobre a nossa caminhada em 2009.
Na sensibilização foi realizada a dinâmica do quebra-cabeças, onde distribuiu-se três gravuras previamente recortadas para que fossem montadas em equipe. Assim que os cursistas conseguiram montar as gravuras discutimos sobre a trilogia que continha nas figuras: aluno, escola e professor e aproveitamos para questionar: “Como a avaliação pode ser representada?; O que deve ser considerado no processo avaliativo; Para quem está voltado o nosso olhar no processo avaliativo e como tratamos os resultados obtidos?”
Alguns cursistas falaram um pouco de como se sentem ao avaliar e quando observam os resultados encontrados e aproveitando o momento de reflexão, colocamos uma caixa com um espelho dentro com a frase “Você gostaria de ser aluno desse professor?” Convidamos cada cursista para, individualmente, se dirigir ao local onde estava a caixa e que olhasse e saísse sem fazer qualquer comentário. Foi uma dinâmica muito rica e suscitou discussões interessantes a ponto de alguns professores colocarem que na maioria das vezes gostariam de ser seus alunos, mas em alguns momentos, não.
Aproveitando o momento de auto-avaliação foram distribuídos questionários onde o cursista colocaria a sua trajetória no programa Gestar, bem como alguns cursistas se colocaram sobre a importância do Gestar em suas vidas, principalmente na sala de aula e que o mesmo tinha aumentado a auto-estima não só deles, mas também dos alunos, melhorando a qualidade das aulas ministradas.
Foi distribuído também um formulário para que os cursistas avaliassem o programa como um todo: material, formador, cronograma das oficinas, espaço físico, etc.
Para encerrar a oficina distribuímos bexigas coloridas e pedimos aos cursistas que as enchessem, entregando também algumas orientações que os grupos deveriam ler e à medida que fossem solicitados socializar com os demais colegas de outros grupos. Esse momento foi muito bom, pois a descontração foi total e alegria também, com todos os cursistas participando ativamente da atividade e pedindo para que socializássemos a dinâmica para utilizarem em outros momentos. Seguimos os passos sugeridos na dinâmica e encerramos com a música “É ouro pra mim” de Renata Arruda, com um abraço coletivo e o estouro das bolas.
Encerramos a oficina colocando um slide com a mensagem “Feliz Natal Para Todos e Todas!!! A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossas caminhadas pela vida.” Realizamos um amigo secreto roubado e saímos para a confraternização e almoçarmos todos juntos.
Neste ano as oficinas foram muito corridas, quase não tínhamos tempo para estudar, mas realmente saí dessa etapa satisfeita e espero em Deus que em 2010 tenhamos mais tempo para estudar, pois apesar do material dos TPs serem excelentes sentimos a necessidade de nos aperfeiçoar através de outras leituras sugeridas não só nas referências dos módulos, mas que nos embasarão para trabalhos posteriores.
domingo, 29 de novembro de 2009
Oficina TP 1
A oficina que trabalhou os tipos de gramática aconteceu no dia 27-11-2009. Os cursistas foram recebidos e acolhidos com a mensagem “Criação”, de Gilberto Mendonça Teles, que foi comentada por alguns. Logo depois foi feita a mobilização dos conhecimentos prévios com o título da música “Morda minha língua”, de Eliana Printes. Os professores cantaram e disseram que gostaram muito da mesma e que estariam trabalhando com a letra e melodia com suas turmas, visto que fala de todas as gramáticas.
A seguir foi passado um “livrinho”, em branco para os cursistas colocarem qual o conceito que tinham de gramática. A grande maioria escreveu o conceito da gramática normativa, mas discutimos e também falamos da descritiva e da internalizada, fazendo uma ponte com a oficina passada que foi de variação lingüística.
Foi realizada a divisão de grupos para a leitura do texto de referência e alguns questionamentos foram lançados para no tocante aos três tipos de gramática e agora também utilizando o ensino prescritivo, reflexivo e produtivo, fato que tornou a oficina bem dinâmica.
Ainda em grupo foi feita a análise do texto de uma criança da 5ª série para observarmos como o professor costuma corrigir os textos dos alunos. Essa análise foi riquíssima e cada grupo contribuía com o anterior, dando sugestões, bem como apresentando experiências exitosas que tinham vivenciado recentemente.
A oficina teve como objetivo discutir as concepções de gramática, tipos de ensino e análise lingüística que foi alcançado com louvor. Foi passado também um vídeo com uma charge intitulada “Aula de português”, onde trabalhava algumas questões do novo acordo ortográfico.
Percebi que os cursistas estavam muito cansados, mas isso não os impediu de participar das atividades e das discussões com entusiasmo. Mais uma vez saí da oficina muito cansada, porque é um desgaste muito grande trabalharmos quatro horas seguidas, embora com a sensação de dever cumprido, principalmente porque conseguimos concordar em vários pontos e também deixar a semente de que precisamos ser criteriosos ao corrigirmos os textos dos nossos alunos, priorizando um elemento, a cada correção, sem esquecer da reescrita dos mesmos.
Assim os cursistas avaliaram as oficinas: “Falamos sobre tipos de gramática de um jeito simples, dinâmico e muito interessante”; “Tudo que reavaliamos do nosso trabalho do dia-a-dia em sala de aula é proveitoso. Essa oficina nos fez pensar em tudo que é necessário para o nosso trabalho. Foi muito bom”; Relembrei as diferenças básicas entre as gramáticas: normativa, descritiva e internalizada. Aprendi novas estratégias para “priorizar” minhas correções nas produções textuais”; “Foi muito legal analisar a existência das três gramáticas, analisar o texto do aluno, compartilhar experiências de correções de produção textual! Enfim, foi uma vivência super legal!”
A seguir foi passado um “livrinho”, em branco para os cursistas colocarem qual o conceito que tinham de gramática. A grande maioria escreveu o conceito da gramática normativa, mas discutimos e também falamos da descritiva e da internalizada, fazendo uma ponte com a oficina passada que foi de variação lingüística.
Foi realizada a divisão de grupos para a leitura do texto de referência e alguns questionamentos foram lançados para no tocante aos três tipos de gramática e agora também utilizando o ensino prescritivo, reflexivo e produtivo, fato que tornou a oficina bem dinâmica.
Ainda em grupo foi feita a análise do texto de uma criança da 5ª série para observarmos como o professor costuma corrigir os textos dos alunos. Essa análise foi riquíssima e cada grupo contribuía com o anterior, dando sugestões, bem como apresentando experiências exitosas que tinham vivenciado recentemente.
A oficina teve como objetivo discutir as concepções de gramática, tipos de ensino e análise lingüística que foi alcançado com louvor. Foi passado também um vídeo com uma charge intitulada “Aula de português”, onde trabalhava algumas questões do novo acordo ortográfico.
Percebi que os cursistas estavam muito cansados, mas isso não os impediu de participar das atividades e das discussões com entusiasmo. Mais uma vez saí da oficina muito cansada, porque é um desgaste muito grande trabalharmos quatro horas seguidas, embora com a sensação de dever cumprido, principalmente porque conseguimos concordar em vários pontos e também deixar a semente de que precisamos ser criteriosos ao corrigirmos os textos dos nossos alunos, priorizando um elemento, a cada correção, sem esquecer da reescrita dos mesmos.
Assim os cursistas avaliaram as oficinas: “Falamos sobre tipos de gramática de um jeito simples, dinâmico e muito interessante”; “Tudo que reavaliamos do nosso trabalho do dia-a-dia em sala de aula é proveitoso. Essa oficina nos fez pensar em tudo que é necessário para o nosso trabalho. Foi muito bom”; Relembrei as diferenças básicas entre as gramáticas: normativa, descritiva e internalizada. Aprendi novas estratégias para “priorizar” minhas correções nas produções textuais”; “Foi muito legal analisar a existência das três gramáticas, analisar o texto do aluno, compartilhar experiências de correções de produção textual! Enfim, foi uma vivência super legal!”
sábado, 21 de novembro de 2009
RELATO DA OFICINA Nº 9: VARIEDADE LINGUÍSTICA
No dia 20-11-2009 realizou-se a oficina de Variedade Linguística. Iniciamos com uma quantidade pequena de cursistas, que aos poucos foi aumentando e, por isso aproveitei para ler o roteiro da oficina e o objetivo que foi discutir as variantes lingüísticas: dialetos, registros e equívocos. Logo depois foi colocado um slide com uma frase em “internetês” “Og v6s naum tm n9da10?” e feitas algumas perguntas, como: se entendiam o que estava escrito, onde já tinham visto frases desse tipo e quem costumava utilizá-las. Depois dos questionamentos foi colada a música de Gilberto Gil “Pela Internet” e trabalhada algumas questões relacionadas a mesma.
A seguir foram distribuídas algumas falas: de uma criança de oito anos, da mãe da criança, do professor, da madrinha da criança, que também era advogada e de uma lingüista. Isso, para fazer a divisão de grupos. A partir dessas frases cada grupo deveria criar um pequeno texto e apresentá-lo depois, com as falas dessas pessoas, para que pudesse ser percebidas a questão da variação, dos níveis de monitoramento, etc. Essa atividade ficou excelente. Cada grupo procurou dramatizar a situação utilizando palavras, termos técnicos, de acordo com o personagem. Assim, mobilizou-se os conhecimentos prévios para a leitura do texto de referência, que não foi utilizado o do TP, mas um outro com o mesmo assunto. Cada grupo ficou com uma parte do texto e depois de lido e discuto foi socializado para os demais. Para que os cursistas tivessem acesso ao texto na íntegra foi disponibilizado no e-mail coletivo que possuímos.
Depois das socializações e discussões foi feita uma comparação do assunto com um quadro de Dino Pretti e através de slides baseados em Marcos Bagno, em leituras de textos de Stella Maris Bortoni e Irandé Antunes, a sistematização do assunto. Utilizei também o slide com o texto “Nois mudemu”, “A oração do Matuto” e “Só nordestino entende”. Fiemos várias reflexões a respeito de como os professores têm trabalhado a variação linguística na sala de aula e tentando desfazer os equívocos, onde o tempo todo era lembrado, não só por mim, mas por alguns cursistas “que ninguém fala melhor ou pior, mas diferente”.
Trabalhamos também com o AAA, onde os cursistas analisam algumas atividades do mesmo e sugeriram as que acharam melhor, relacionando-as com o D13 da Prova Brasil.
Assim terminei mais uma oficina feliz, com a sensação de dever cumprido e passei o papel com a avaliação, com quatro modelos diferentes, que de acordo com alguma variação deveria ser completada, com expressões do tipo: “Orra, meu, eu achei que a oficina de hoje foi...”;”Oxente, achei que a oficina de hoje foi...”; “Uai, a oficina de hoje foi...”; “Barbaridade, thê, a oficina de hoje foi...”. Então os cursistas escreveram: “’Aproveitosa’, pois propiciou rememorar os conceitos de variação lingüística reafirmando a necessidade de cada vez mais, a escola recepcionar, de forma respeitosa, as variantes não padrão que lá chegam pra, a partir daí, oportunizar a todos indistintamente, o acesso à variedade padrão, apresentando-a, não como a única legítima, mas sim como mais uma variante que é necessário dominar”; “Legal! Porque revivi conhecimentos sobre variação lingüística, pensando em formas adequadas de trabalhar com o aluno”; “Bom danado sô. Trouxe muita informação e formação para todos! Eita trem bão sô. Não poderia ser mio”; “Tri legal! Achei muito boa mesmo, apesar do assunto já ser conhecido você conseguiu passar de forma dinâmica e até mesmo divertida”.
A seguir foram distribuídas algumas falas: de uma criança de oito anos, da mãe da criança, do professor, da madrinha da criança, que também era advogada e de uma lingüista. Isso, para fazer a divisão de grupos. A partir dessas frases cada grupo deveria criar um pequeno texto e apresentá-lo depois, com as falas dessas pessoas, para que pudesse ser percebidas a questão da variação, dos níveis de monitoramento, etc. Essa atividade ficou excelente. Cada grupo procurou dramatizar a situação utilizando palavras, termos técnicos, de acordo com o personagem. Assim, mobilizou-se os conhecimentos prévios para a leitura do texto de referência, que não foi utilizado o do TP, mas um outro com o mesmo assunto. Cada grupo ficou com uma parte do texto e depois de lido e discuto foi socializado para os demais. Para que os cursistas tivessem acesso ao texto na íntegra foi disponibilizado no e-mail coletivo que possuímos.
Depois das socializações e discussões foi feita uma comparação do assunto com um quadro de Dino Pretti e através de slides baseados em Marcos Bagno, em leituras de textos de Stella Maris Bortoni e Irandé Antunes, a sistematização do assunto. Utilizei também o slide com o texto “Nois mudemu”, “A oração do Matuto” e “Só nordestino entende”. Fiemos várias reflexões a respeito de como os professores têm trabalhado a variação linguística na sala de aula e tentando desfazer os equívocos, onde o tempo todo era lembrado, não só por mim, mas por alguns cursistas “que ninguém fala melhor ou pior, mas diferente”.
Trabalhamos também com o AAA, onde os cursistas analisam algumas atividades do mesmo e sugeriram as que acharam melhor, relacionando-as com o D13 da Prova Brasil.
Assim terminei mais uma oficina feliz, com a sensação de dever cumprido e passei o papel com a avaliação, com quatro modelos diferentes, que de acordo com alguma variação deveria ser completada, com expressões do tipo: “Orra, meu, eu achei que a oficina de hoje foi...”;”Oxente, achei que a oficina de hoje foi...”; “Uai, a oficina de hoje foi...”; “Barbaridade, thê, a oficina de hoje foi...”. Então os cursistas escreveram: “’Aproveitosa’, pois propiciou rememorar os conceitos de variação lingüística reafirmando a necessidade de cada vez mais, a escola recepcionar, de forma respeitosa, as variantes não padrão que lá chegam pra, a partir daí, oportunizar a todos indistintamente, o acesso à variedade padrão, apresentando-a, não como a única legítima, mas sim como mais uma variante que é necessário dominar”; “Legal! Porque revivi conhecimentos sobre variação lingüística, pensando em formas adequadas de trabalhar com o aluno”; “Bom danado sô. Trouxe muita informação e formação para todos! Eita trem bão sô. Não poderia ser mio”; “Tri legal! Achei muito boa mesmo, apesar do assunto já ser conhecido você conseguiu passar de forma dinâmica e até mesmo divertida”.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Produções textuais de uma cursista
Telma X gestar 2009
O Gestar te traduz
Ou você resume a
Sua tradução?
Essa é uma ação
Processual que venho
A compreender a cada
Oficina e o que mais
Me fascina é vê-la
Gestar com tanto
Carinho
Nossos gêneros textuais
E ficar torcendo
Pelo êxito de nossa gestação.
Você traz hoje uma
Argumentação que
Nos convença até
À variação de forma
Que futuramente
Até a gramática
Refletirá nossa paixão
Para fazer o Gestar
Parir novas fórmulas
De se ensinar.
Isso leva tempo!
É uma gestação além
Dos nove meses.
Então no ano vindouro
Haverá ainda a
Continuidade do gestar
Quando daremos a luz
Um novo modo de
Ensinar a língua materna
E eu, certamente já
Terei concluído a
Tua tradução
Para mim: uma
Amiga gerada num
Gestar, cuja aprendizagem
Não terá fim?
(Anedy Belisário, 13-11-2009)
Argumentação
Normalmente pensa-se
Que o conhecimento
É puro, informação
Mas eu digo que
É argumento.
Pois para gerar o
Conhecimento é
Preciso convencer
O outro a compreender,
Entender e aceitar:
O fazer saber
O fazer crer!
O fazer fazer!
Antes disso dizer...
Argumentar
Convencer.
Em geral, pensa-se
Que argumentar
É extrair conceitos
Já ditos, pré-ditos
Mas eu digo que
É oportunidade
Para não somente
Um, dizer:
Todos nós somos
Responsáveis pelo
Que dizemos e pensamos.
Portanto somos únicos
E plurais
Naturais de uma
Mesma massa
Uma mesma história
E desse argumento
Eu não abro mão:
Somos cimento e
Concreto de uma
Geração futura!
(Anedy Belisário, 13-11-2009)
O Gestar te traduz
Ou você resume a
Sua tradução?
Essa é uma ação
Processual que venho
A compreender a cada
Oficina e o que mais
Me fascina é vê-la
Gestar com tanto
Carinho
Nossos gêneros textuais
E ficar torcendo
Pelo êxito de nossa gestação.
Você traz hoje uma
Argumentação que
Nos convença até
À variação de forma
Que futuramente
Até a gramática
Refletirá nossa paixão
Para fazer o Gestar
Parir novas fórmulas
De se ensinar.
Isso leva tempo!
É uma gestação além
Dos nove meses.
Então no ano vindouro
Haverá ainda a
Continuidade do gestar
Quando daremos a luz
Um novo modo de
Ensinar a língua materna
E eu, certamente já
Terei concluído a
Tua tradução
Para mim: uma
Amiga gerada num
Gestar, cuja aprendizagem
Não terá fim?
(Anedy Belisário, 13-11-2009)
Argumentação
Normalmente pensa-se
Que o conhecimento
É puro, informação
Mas eu digo que
É argumento.
Pois para gerar o
Conhecimento é
Preciso convencer
O outro a compreender,
Entender e aceitar:
O fazer saber
O fazer crer!
O fazer fazer!
Antes disso dizer...
Argumentar
Convencer.
Em geral, pensa-se
Que argumentar
É extrair conceitos
Já ditos, pré-ditos
Mas eu digo que
É oportunidade
Para não somente
Um, dizer:
Todos nós somos
Responsáveis pelo
Que dizemos e pensamos.
Portanto somos únicos
E plurais
Naturais de uma
Mesma massa
Uma mesma história
E desse argumento
Eu não abro mão:
Somos cimento e
Concreto de uma
Geração futura!
(Anedy Belisário, 13-11-2009)
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